Hoje falamos com Alberto Iglesias, novo Business Unit Manager de Performance da Emsa Tecnología Química.
Conhecimento técnico e visão de mercado ao serviço do negócio

Alberto é Engenheiro Químico Industrial, com formação em Engenharia Química e Supply Chain, e conta com mais de 10 anos de experiência na distribuição de produtos químicos, especialmente nos mercados de personal care e home care. Antes de integrar a Emsa, desenvolveu a sua carreira em ambientes técnicos e comerciais, adquirindo uma sólida visão do produto, do mercado e da relação com clientes e fornecedores.
Após um ano a integrar a equipa da Emsa como Product Manager e com um profundo conhecimento do negócio, Alberto assume agora a direção da Unidade de Negócio Performance. Nesta entrevista, partilha a sua visão sobre a empresa, o valor que aporta ao mercado e os desafios e oportunidades que irão marcar o futuro dos setores de personal care e home care.
Após um ano a trabalhar na Emsa, o que diria que define a forma de trabalhar da empresa e o que mais valoriza na equipa?
“A Emsa define-se por uma forma de trabalhar colaborativa e orientada para o cliente. Destacamo-nos pela agilidade e por uma comunicação fluida entre equipas, o que facilita a tomada de decisões e o avanço dos projetos. O que mais valorizo é o equilíbrio entre profissionalismo e proximidade: um ambiente onde as ideias são partilhadas, a colaboração é incentivada e se procura sempre a melhor solução.”
No seu dia a dia, o que considera que diferencia a Emsa na relação com fornecedores e parceiros?
“A nossa força está na transparência e numa visão de longo prazo. Não procuramos relações transacionais, mas parcerias em que ambas as partes crescem. A Emsa atua como um parceiro técnico e comercial, envolvendo-se na compreensão dos produtos, das aplicações e das tendências do mercado para gerar valor real ao longo de toda a cadeia.”
Assume agora a direção da Unidade de Negócio Performance. Como encara este novo desafio e o que mais o motiva nesta etapa?
“Encaro-o com grande entusiasmo e um forte sentido de responsabilidade. O último ano permitiu-me conhecer em profundidade as dinâmicas do negócio e da equipa, e agora o objetivo é consolidar esse crescimento a partir de uma visão mais global.
Motiva-me especialmente poder acompanhar o desenvolvimento da equipa, impulsionar novas linhas de produto e continuar a reforçar a nossa posição em mercados onde a inovação e a sustentabilidade definem claramente o rumo.”
A Unidade de Negócio Performance tem um papel estratégico dentro da Emsa. Quais considera serem hoje as suas principais forças?
“Destacaria três aspetos-chave: um portefólio de representadas de primeiro nível, uma base técnica muito sólida e uma forte orientação para o serviço que nos diferencia.
Temos a capacidade de traduzir desenvolvimentos complexos em soluções práticas para os formuladores, o que nos torna um parceiro estratégico, mais do que um simples distribuidor. Oferecemos soluções ágeis aos clientes e, ao mesmo tempo, somos honestos e transparentes quando não conseguimos responder a determinadas necessidades.”
A nível pessoal, como definiria a sua forma de trabalhar e que aspetos considera essenciais para liderar projetos e equipas?
“Gosto de trabalhar com proximidade e clareza. Acredito que as equipas funcionam melhor quando existem objetivos comuns bem definidos e uma comunicação aberta.
Para mim, liderar implica ouvir, acompanhar e dar autonomia, mantendo ao mesmo tempo uma atitude analítica e orientada para resultados, sem perder de vista o componente humano que faz com que tudo funcione.”
Para terminar, uma curiosidade: para além da sua vertente profissional, o que costuma fazer para desligar fora do trabalho e que atividades não podem faltar no seu tempo livre?
“Gosto muito de passar tempo com amigos e família, descobrir novos lugares e desligar através de atividades ao ar livre.
Sempre que posso, gosto de esquiar, bem como de ler e praticar desporto, o que me ajuda a manter o equilíbrio e a recarregar energias.”
Continuaremos a partilhar novas vozes da equipa, porque acreditamos que uma química comprometida começa pelas pessoas.